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Mais um ano em vão?

Hoje a vida bateu com força Não há como fingir Sofrimento e angustia voltaram Não que tenham ido Mas voltaram A morte continua a porta Esperando a derradeira derrota Não a aceitarei Não desistirei Há o que chorar, mas não recuar Não choro somente pelas minhas dores Mas por milhões de outras dores O peso dos números O peso dos dias Só aumentam a agonia Sem ar continuo vivendo Apático vou sobrevivendo Dia a dia, o caos Agonia, sofrimento e morte O que há de se esperar da sorte? Falta nos força Falta nos pão Falta nos tudo, irmão Será deus qualquer pesando a mão? Toda a esperança foi em vão  

CARTA A MOTIVAÇÃO LIBERDADE E MORTE

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É, perdi a ti meu amigo Tu me tornava bom Tu que me tornava vivo No caminho perdi tu meu outro Que tinha tanto estima Que tinha de tanto E agora te desejo profundamente A ti que gostava de brincar Te quero profundamente Tu que me arde Mas não posso te ter

Paixão?

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Se tenho em mim Desejo tal  Em arder vivo Por mim inteiro Tão de perto o teu cheiro Tão de longe teu sabor Sei assim não ser possivel Sei não ser a ti natural Mas relembro dos nossos dias De carinho e cansaço Hoje, mantenho em mim Tudo que ficou em nós 

NÃO

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Não, não, não Não posso Não devo Sim continue Não, eu quero Não, não posso A inferno Arde, arde demais Por quê? POR QUÊ? Não, não posso Sim eu fiz Não me espere Eu não voltarei Eu enfim encotrei O meu fim

SOBRE O FIM

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E quando assim Meus dias correrem Meus prantos findarem Enfim somente enfim Estarei em paz A paz da alma Que atordoada vive Não por si Mas em si A paz que virá Não agora Mas em outra hora Agora? espero, esmero e expurgo! Tudo que jaz no muro

SENHORA MORTE

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E tu senhora soberana sobre todos nós De ti contemplo em teu corpo Teus seios Teu alento Sinto o calor do momento Daquilo que se paga para se deitar no teu leito O fio cortou  A corda apertou O veneno teve seu efeito E agora tenho em você meu amor

VALER

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Não sei exatamente como Nunca vali Não sei se por outro Não sei se por mim mesmo Percebi Porém Poder valer Parei Ansiei Adormeci Acordei Andei NÃO! não! Poderia, porém Não pude Assim valer

PARECER SENTIR

Aquilo que parecia que sentia Não aquilo que senti Ou aquilo que desejo Mas aquilo que parecia Parecia querer a ti Que muito foi negado a mim Aquilo que não sei do que De ter, possuir Não sei bem como dizer Nunca soube te contar Não sobre aquilo Mas sobre nós Afastaste te de mim Senti assim o frio Congelei Morri

MEU MURO

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Existe um muro à minha frente Este muro se mostra imponente O que quero está atrás do muro E em vão tento seguir contente Tento pular o muro Tento passar ao largo dele Tento de tudo O muro continua sendo tudo Grito, bato, me desespero O muro continua Cansado percebo Mas não entendo Paro e descanso Então vejo Suas cores Sons e sensações Por fim Contento me Com tudo ser o meu muro